Cacau Cotta afirmou que a gestão do Flamengo busca viabilizar o novo estádio no Gasômetro sem comprometer o fluxo de caixa do clube, com a criação de “um dinheiro novo”. A declaração foi dada em entrevista ao canal Paparazzo Rubro-Negro.
O conselheiro e ex-diretor de Relações Externas do Flamengo indicou que a retomada das discussões ocorre em meio a obstáculos financeiros e burocráticos para avançar com o projeto.
Terreno do Gasômetro e custos da obra
O Flamengo comprou o terreno do Gasômetro por cerca de R$ 138 milhões. Entre os pontos que entram no planejamento para viabilizar a construção, está a descontaminação do solo, estimada entre R$ 20 milhões e R$ 25 milhões.
O custo estimado para a construção do novo estádio fica entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões, faixa que reforça a necessidade de uma estrutura de financiamento compatível com a rotina financeira do clube.
Financiamento com naming rights e potencial da Gávea
Na entrevista, Cacau Cotta disse que a gestão atual procura trazer novas receitas para financiar o empreendimento, sem travar o fluxo de caixa. Ele citou o naming rights como uma das frentes e apontou o potencial construtivo da Gávea como outra alternativa para gerar recursos.
A síntese da estratégia aparece na fala: “O Flamengo não vai comprometer o fluxo de caixa, vai fazer um dinheiro novo.”
Situação do terreno e comparação com o Ninho do Urubu
Cacau Cotta também comentou a regularidade do terreno do Gasômetro. Ele afirmou: “Esse assunto está encerrado: aquele terreno é do Flamengo.”
Para contextualizar o ritmo de projetos desse porte, o conselheiro comparou com o histórico do Ninho do Urubu. Ele lembrou que o Flamengo comprou o terreno em 1984, mas a utilização efetiva só começou em 2010. A comparação é usada para reforçar a necessidade de paciência no andamento do projeto.
Quem aparece no contexto do projeto
A entrevista situa o plano do novo estádio dentro do planejamento do Flamengo, com menções a Rodolfo Landim, citado como parceiro na aquisição do terreno, e à Bap, relacionada à gestão atual e à estratégia de financiamento. Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, é mencionado no contexto da documentação do terreno.
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