Na última segunda-feira (6 de janeiro), o Flamengo se viu em meio a uma situação política desconfortável. Paulo Pelaipe , até então gerente de futebol do Rubro-Negro, foi comunicado por e-mail que está fora dos planos do clube. Em um primeiro momento, a sua saída foi atribuída a Luiz Eduardo Baptista , o Bap, como é conhecido, vice de relações externas do clube.
Passada toda a agitação nos bastidores do clube, Bap concedeu entrevista exclusiva ao Expediente Futebol , nesta quarta-feira (8), e deu a sua versão sobre o ocorrido, deixando claro que não teve influência alguma com a saída de Pelaipe, atribuindo-a ao presidente Rodolfo Landim, que bateu o martelo sobre a decisão.
“Não existiu influência minha na saída do Pelaipe. Sabia do problema que estávamos vivendo, da razão, mas a decisão final foi do presidente Rodolfo Landim. Ele chamou a responsabilidade”, começou falando o dirigente.
“Ele (Landim) já tinha um desconforto de algum tempo da estrutura do futebol do Flamengo. Ele achava que estaria pesada, com a chegada do Jorge (Jesus), uma duplicidade de papel. Foi contornada com o tempo, mas no fim do ano ele entedeu que não fazia sentido a renovação do Pelaipe. Eu concordei com o presidente, mas não tive nada a ver com a saída. O argumento era inquestionável. Eu trouxe o Pelaipe em 2012 e trouxe de volta em 2019”, completou.
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(Crédito da imagem: Celso Pupo/ Fotoarena)

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