O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, foi duro ao rebater as alegações feitas pelo mandatário do Corinthians, Andrés Sanchez. Bandeira, que estava no treino aberto do clube, no Maracanã, garante que não procurou o técnico Carille e o meia Rodriguinho, do Timão, e defendeu-se das acusações de ausência no pleito da CBF.


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"Acho um disparate. Nunca foi feita proposta nem pelo Carille e nem pelo Rodriguinho, ainda mais por esses valores. Deve ter alguém enganando alguém aí. (...) Não sei de onde vem essa raiva. Não temos interesse. Não temos nada contra os dois profissionais citados, que são de muito boa qualidade, tanto o treinador como o jogador, mas o Flamengo não fez nenhuma proposta", disse.


"Vocês sabem que eu estava aqui. O Flamengo está presente, mandamos um representante com uma procuração dizendo que se absteve, pelas razões que vocês estão cansados de saber. Criticamos fortemente o processo em como se deu essa eleição, com os clubes como coadjuvantes. Desde a criação do ProFut, que designava mais participações dos clubes na CBF, isso foi desvirtuado, com pesos desproporcionais. Com as 20 federações você faz a eleição", completou.


Em conversa com os jornalistas, o dirigente também confirmou o pagamento da multa rescisória de Éverton feita pelo São Paulo. O atacante amarra as últimas pontas para finalizar a segunda passagem pela Gávea.


"Não tivemos nenhum interesse em fazer troca com o São Paulo. O São Paulo depositou o valor da multa, o que é contratual e temos que respeitar. Tentamos convencer o jogador, mas ele achou melhor ir para o São Paulo".

Confira outras declarações de Bandeira:


CRÍTICAS À CBF


"Nada contra alguns avanços que tem acontecido na CBF, em termos de transparência, governança, sustentabilidade, e que não foram estendidas às federações. A CBF tem que ser entendida como um sistema que tem a confederação, mas também 27 federações. A grande maioria ainda está atrasada. O Flamengo esteve presente na assembleia e está havendo uma outra reunião, estamos sendo representados pelo nosso diretor jurídico".


INGRESSOS CAROS?


"A gente procura praticar a política de preços que privilegie tanto o torcedor como a saúde financeira do clube. Não adianta nada colocar os ingressos a cinco reais. Vai privilegiar os cambistas, ter problemas de acesso e vai pagar para jogar. As taxas do Maracanã não são nada camaradas. Temos que aguardar que o estado traga outra licitação. Quem sabe, a partir daí, possamos avançar um pouco nessa área. Não seria bom para ninguém que o Flamengo praticasse preços abaixo do custo e sofresse, o que impactaria a própria torcida".


REPETINDO O TREINO ABERTO?


"Sempre achei a ideia excelente. Já fizemos na Gávea, estávamos planejamento na Ilha, mas aconteceu o acidente. Se a gente puder repetir, vamos repetir".


Foto: Venê Casagrande/Flamengo

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