Um jogo de 15 minutos no Couto Pereira. Suficiente para o Flamengo vencer o Coritiba, mas não para dar tranquilidade no confronto pela terceira fase da Copa do Brasil.
Os desfalques não impediram que o time comandado por Maurício Souza atropelasse nos minutos inicias. A fragilidade do adversário, por sua vez, fez com que a partida caminhasse em ritmo de treino. Um marasmo por mais de uma hora de bola rolando. De positivo, o fato de chegar ao terceiro jogo consecutivo sem sofrer gols e a eficiência de Rodrigo Muniz nas ausências de Gabriel e Pedro.
Jogadores do Flamengo comemoram no Couto Pereira — Foto: Miguel Locatelli/Neo Photo
O Flamengo começo a mil por hora para cima do Coxa. Com Diego e João Gomes posicionados quase na intermediária ofensiva mesmo quando o time não tinha a bola, a recuperação era rápida e a objetividade também. Em 15 minutos, foram seis finalizações e muito trabalho para o goleiro Wilson. Foi quando Rodrigo Muniz abriu o placar de cabeça após cobrança de escanteio de Vitinho.
A capacidade do centroavante no jogo aéreo, por sinal, fez com que o Flamengo abusasse dos cruzamentos na área, o que deu certo neste recorte inicial de jogo. O repertório, por sua vez, passava também por chutes da entrada da área, triangulações e, principalmente, variação pelos dois lados de campo.
Maurício Souza comandou o Flamengo — Foto: Matheus Sebenello/Neo Photo
Com Bruno Henrique bem espetado pela esquerda, Filipe Luís construía por dentro e o Flamengo balançava bem de um lado para o outro. O Coritiba sequer via a cor da bola, mas a vantagem aos poucos foi diminuindo o ritmo rubro-negro. Já no fim do primeiro tempo, a partida parecia mais um treino sem muita pegada no Ninho do Urubu e o gol que parecia sair naturalmente não saiu.
Diegeo Alves segurou as poucas investidas do Coxa pelos lados — Foto: Matheus Sebenello/Neo Photo
Na volta para o segundo tempo, o Coritiba conseguiu equilibrar as ações pelo menos no quesito posse de bola, e o Flamengo apostou nas saídas em velocidade. O Coxa assustava praticamente somente em cruzamentos na área, mas Diego Alves demonstrava confiança.
Do outro lado, os contra-ataques também não encaixavam, e o 1 a 0 parecia suficiente para ambos os times. Um segundo tempo onde o tempo passou devagar e a definição da vaga ficou para o Maracanã, na próxima quarta-feira.
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